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Ontem ocupamos o Arroio Dilúvio! Embaixo da passarela da PUCRS cerca de 100 pessoas das mais diversas origens estavam presentes para trazer vida ao nosso querido arroio que corta Porto Alegre pela Avenida Ipiranga e desemboca no Guaíba. Claro, o TransvençãoLAB estava lá.

Durante o encontro da última terça-feira no Nós Coworking nosso núcleo que trata sobre o arroio se articulou para realizar, pela primeira vez, a prática de tudo aquilo que vinha sendo discutido durante as conversas transdisciplinares.

Projeção nas águas do Arroio

Assim surgiu a proposta do 1º Curta Dilúvio, que projetaria nos muros do arroio curtas metragem de autoria de cineastas gaúchos ao mesmo tempo divulgando o trabalho de pessoas extremamente qualificadas da nossa região e promovendo o Dilúvio como um ponto de convivência para os porto alegrenses.

E foi o que aconteceu entre as 18 e as 23 horas de ontem. Enquanto o sol ia se pondo, diversas pessoas praticavam slackline sobre as águas calmas ao som da música que saia de nossas caixas e quando finalmente anoiteceu as projeções começaram.

Slackline ao pôr do sol

Ao todo, 6 curtas foram projetados nos taludes de um arroio que poderia estar muito mais limpo. Alexandre Kumpinski, Avante filmes, Emiliano Cunha, Iuli Gerbase, Mariana Xavier, Pedro Harres e Pedro Karam foram representados naquela noite.

Em nome de toda a rede TransvençãoLAB, um muito obrigado a todos que compareceram lá ontem – pessoal do Slackline, estudantes e professores da PUC, membros do TransvençãoLAB, moradores e quem mais esteve na beira. Este foi o primeiro de muitos capítulos felizes que o Dilúvio proporcionará para a cidade.

Até a próxima e seguimos com a prática!

O arroio está vivo